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Qual é o seu problema: dor na virilha

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Esclareça dúvidas sobre dor na virilha

Há algum tempo sinto dor na virilha quando inicio o movimento ou caminho por mais de 30 minutos. Isto também aparece ao me sentar e deitar. Às vezes, se irradia para a coxa.

(Renato, Rio de Janeiro, RJ)

Sua queixa sugere alteração da articulação coxofemoral, que pode ocorrer devido à degeneração da articulação (artrose, tendinite ou bursite no quadril). Procure um reumatologista ou ortopedista para consulta e realização de exames.

Dependendo do resultado, ele pode indicar hidroterapia, acupuntura e eletroterapia, além da aplicação de terapia por ondas de choque, que oferece bom resultado em 80% dos casos. Esta opção também é eficaz na tendinite de ombro e no esporão do calcâneo .


Pessoas que estão acima do peso podem sentir mais dores

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Uma pesquisa realizada nos Estados Unidos, com mais de um milhão de norte-americanos, revela que há uma relação entre obesidade e dor. Segundo a pesquisa, várias condições crônicas que causam dores são mais comuns em pessoas que estão acima do peso e, principalmente, entre aquelas que estão obesas. Entre outras condições crônicas estão a artrite, depressão, fibromialgia, diabetes tipo 2 e dor nas costas.

A pesquisa observou que pessoas com excesso de peso sentem mais dores do que pessoas com peso compatível. “Uma pessoa que está acima do peso ou, principalmente, obesa, está mais propensa, por exemplo, a ter problemas na coluna, nos joelhos e nos pés. A relação entre o excesso de peso e as dores no corpo é complexa, mas certamente influencia. Obviamente que uma pessoa magra pode sentir dores, mas aqueles que têm sobrepeso estão mais propensos a estes problemas”, afirma o Dr. Haim Maleh, fisiatra e reumatologista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.

O médico ressalta que não há comprovação alguma de que a gordura, por si só, causa dor. Trata-se, explica ele, de uma associação. “Mesmo porque é muito comum o excesso de peso estar acompanhado de uma alimentação desregrada e sedentarismo. Essa má qualidade de vida é uma porta para doenças”, explica.

– É muito comum encontrar pessoas obesas e com problemas na coluna. Mas o que muita gente não sabe é que não são apenas os obesos que enfrentam tal problema. Aqueles que brigam com a balança também estão expostos a esse mal. A cada dez quilos a mais do que o recomendado para o peso da pessoa, as chances de dor nas costas e problemas na coluna aumentam em 20%. Ter cuidado com a postura é fundamental. E fazer exercício físico regular também. Quem está acima do peso deve procurar um especialista, para fazer exames e ser orientado na prática de exercícios. Essa orientação é fundamental, para que não haja sobrecarga na coluna vertebral. E quando o paciente desenvolve uma hérnia de disco, é necessário fazer uma avaliação para indicar o melhor tratamento. Ao menor sinal de dor, procure um médico – finaliza ele.


Disfunção miccional no climatério: fisioterapia tem ótimos resultados

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Estamos vivendo mais, em parte pela melhora da qualidade de vida mas também dos avanços da medicina e da assistência médica. Em decorrência da maior expectativa de vida da população, cada vez mais mulheres atingem a menopausa. É comum mulheres, que s...

Estamos vivendo mais, em parte pela melhora da qualidade de vida mas também dos avanços da medicina e da assistência médica. Em decorrência da maior expectativa de vida da população, cada vez mais mulheres atingem a menopausa. É comum mulheres, que se encontram no climatério, apresentarem incontinência urinária, prevalecendo a de esforço.

“A incontinência urinária de esforço é quando o indivíduo tosse, espirra, dá gargalhadas ou levanta peso e perde urina involuntariamente. Nas mulheres, isso pode ocorrer devido a diminuição do hormônio estrogênio, que está intimamente ligado a manutenção do trofismo da vagina e do sistema esfincteriano uretral, assim como na adequada inervação deste”, explica a fisioterapeuta Nicole Durham, do staff de reabilitação do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.

A boa notícia é que a fisioterapia traz excelentes resultados, devolvendo a qualidade de vida perdida. Segundo Nicole, a fisioterapia do assoalho pélvico vai atuar no fortalecimento da musculatura associada ou não a reposição hormonal. “Na sessão de fisioterapia são utilizados os recurso de biofeedback, eletroestimulação, instruções comportamentais e cinesioterapia específica para as situações de perda urinária”, pontua a fisioterapeuta.



Atendimento médico especializado no Rio de Janeiro:

  • BARRA DA TIJUCA:   Av. das Américas, 700 - Bloco 8 - Loja 320 - Città Américas
  • BOTAFOGO:   Rua Voluntários da Pátria, 408
  • COPACABANA:   Rua Barata Ribeiro, 774 - ao lado do metrô
  • LEBLON:   Av. Ataulfo de Paiva, 355
  • MÉIER:   Rua Dias da Cruz, 13 - ao lado da estação Méier

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